O vídeo é de Outubro/2011 mas agora voltou a ser republicado pelas redes sociais chegando até nós. Sério, não vou conseguir comentar muita coisa sem descarregar a irritação gerada pela forma escrachada e irônica da jornalista ao tratar de temas tão importantes quanto a mobilidade urbana e a alimentação sem carnes
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Você provavelmente já ouviu falar em obsolescência programada, uma estratégia usada por muitas empresas para que o produto se torne ultrapassado ou defeituoso em um prazo estimado (depois do término da garantia e antes do máximo que ele efetivamente poderia durar).
Em eletrônicos e veículos isso é bastante comum, seja com a chegada de novos modelos que tornam o seu “antiquado” mesmo que continue funcionando perfeitamente e atendendo suas necessidades, seja com a geração proposital de defeitos como uma bateria que acaba cada vez mais rápido, chips que “quebram” a impressora ou celular caso receba uma tentativa de atualização de firmware não autorizada, ou lâmpadas que deveriam durar uma década e ficam cada vez menos brilhantes já a partir do primeiro ano de uso.
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A Terra não está explodindo ou cheia de magma na superfície. Todo esse brilho é luz mesmo, e tem um motivo. Infelizmente, um dos piores: violência. Sabe onde é?
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Você já conhece os sites de compra coletiva, como o peixe urbano, que permitem que várias pessoas se juntem para comprar algum serviço por um valor muito menor que o convencional, certo? Que tal aproveitar o Mendigo Urbano e comprar um mendigo?
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Já falamos sobre como a Governança Corporativa, inicialmente criada para proteger as finanças de uma empresa, ao gerar transparência acaba obrigando as empresas a reverem suas ações e ampliarem o pensamento coletivo e sustentável.
Agora a questão que surge é: ações de Responsabilidade Sócio-Ambiental (RSA) costumam demandar recursos financeiros e humanos, então é provável que apenas empresas gigantes, onde “dinheiro não é problema”, as apliquem, e só para usar em propagandas. Será?
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A competitividade dos negócios e da busca por investidores vem provocando ao longo dos últimos anos uma mudança significativa na forma de agir e pensar coletivamente dentro das organizações.
O modelo tradicional visando fortemente o lucro às custas do que quer que fosse deixa de ser aceito pelos diversos stakeholders:
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