Mama-EcoD

Os benefícios do aleitamento materno são alardeados aos quatro ventos há muito tempo – bebês que mamam até, ao menos, os seis meses, são menos propícios à doenças, se desenvolvem melhor e a prática até reduz risco de câncer de mama das mães, entre outros. Contudo, as dificuldades enfrentadas durante o processo de amamentação, como ferimentos dolorosos, problemas na “pega” do bebê, empedramento etc, desestimulam muitas mães a prosseguirem com a prática, explicando as baixas taxas de aleitamento materno pelo mundo.

Nos condados ingleses South Yorkshire e Derbyshire, apenas uma em cada quatro mães prosseguem com o aleitamento depois de dois meses do parto. Em toda a Inglaterra, o índice é de 55%. Para coibir o abandono da prática, e consequentemente reduzir custos futuros com a saúde pública, o governo britânico em parceria com o setor médico, resolveu financiar o aleitamento materno no país.

Após comprovação médica de que continuam a alimentar os bebês pelos seios, as mães receberão 200 euros, cerca de R$ 600, em vales-compra. O programa, em sua fase piloto, deve beneficiar 130 mulheres que amamentarem até os seis meses de idade. Se o teste for bem-sucedido, a iniciativa deverá ser implantada em todo o país já em 2014.

Foto: Fora do Eixo. Via: EcoD

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 é o criador do eco4planet, formado em Administração de Empresas pela USP, desenvolvedor e gamer. Otimista nato, calmo por natureza, acredita que informação pode mudar o mundo e que todo pequeno gesto vale a pena. Posta também no Twitter e Facebook.
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  • Bem, isso é uma notícia maravilhosa! Para todos os que são mães esta notícia nos agrada tanto!

    Muito obrigado por compartilhar esta informação!

    Saudações e sucesso com o blog!

    Anel

  • Cacilda Salvador

    Amamentar seu filho é um direito da criança e uma obrigação da mãe. Automaticamente ela já tem incentivo financeiro e físico quando amamenta seu filho se considerarmos o preço do leite em pó e os benefícios para a saúde.
    Portanto acho isto um paternalismo desnecessário, se a moda pega no Brasil será mais um ônus para o trabalhador em prol dos desocupados.

  • ADRIANA

    No Brasil,deveria-se mudar a lei de licença maternidade para seis meses,já seria suficiente,do que dar incentivos em dinheiro,o que teria de mulher engravidando só para receber o beneficio.Só que lógico as pessoas esquecem que o filho é para a vida inteira e não por seis meses.Neste Brasil tem que se investir mais em escolas e educação,pois o que se tem hoje é muito precário.

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