Navios precisam de muita força para se locomover pelos mares do planeta. Que tal usar a própria força dos mares para gerar energia? Melhor ainda: Que tal usar a força da onda para gerar energia para navios e o que “sobrar” ainda poder ser usado em cidades litorâneas? Essa é a ideia da Fraunhofer Center For Manufacturing Innovation.

O projeto usa receptores acoplados aos cascos dos navios que, ao navegar, carregam baterias que servirão para o navio e para a cidade onde ele aportar, que aproveitará a energia acumulada através de transformadores.

Segundo os pesquisadores, um barco de 150 pés pode captar 1 megawatt de energia por hora e tem capacidade de armazenar até 20 megawatts. Como cada megawatt pode abastecer até mil casas, o sistema parece ser bem promissor.

Essa forma de geração de energia também é bastante barata: 15 centavos de dólar por kilowatt-hora. Em São Paulo esse valor é de 29 centavos – e a energia vem de fontes bem mais poluentes. Em comparação com fontes “verdes” ela também não fica atrás: Energia solar custa quase o dobro e receptores de energia no meio do mar também são mais caros.

Ainda veremos isso funcionando? Esperamos que sim.

Via FHCMI via Olhar Digital

 
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  • Eduardo

    Um dos problemas é a estrutura e o tamanho desse equipamento, uma versão adaptada com lastros no casco do navio por onde a água entraria para assim mover turbinas internas é mais enxuto e ocupa menos espaço externo da embarcação.
    Outro problema que não foi abordado e talvez sequer percebido é quanto a água de lastro. Tanto o projeto original quanto minha opção adaptada pecam nesse mesmo problema que é muito sério e totalmente ignorado.
    Sobre a água de lastro: http://www.brasilescola.com/biologia/sgua-lastro-

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