fusion_hibrido

Sempre apoiamos os veículos elétricos e híbridos, mas já apontamos alguns dos motivos para que essa tecnologia ainda seja tão incipente no Brasil. Uma delas, a falta de incentivos fiscais como ocorre em outros países, parece estar começando a caminhar.

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei para incentivar o uso de veículos elétricos, híbridos e movidos por hidrogênio, carros menos poluentes do que os convencionais (movidos a combustíveis fósseis). A medida prevê uma redução de 50% no IPVA deste tipo de automóvel.

Como o imposto é divido entre Estado e município, o governo municipal abriu mão de sua parcela do IPVA até o limite de R$ 10 mil.

Ou seja, os veículos sustentáveis só serão beneficiados se custarem até cerca de R$ 150 mil, o que inclui os principais nomes do mercado como Ford Fusion (cerca de R$ 125 mil), Toyota Prius (cerca de R$ 100~110 mil), e foi o principal motivo de a Lexus ter lançado, neste mês, uma versão mais barata do híbrido CT 200h, com tabela de R$ 134 mil – até então o modelo japonês partia de R$ 154 mil.

É possível também que esses veículos sejam liberados do rodízio municipal, mas tal adendo ao projeto ainda está sendo estudado.

 

Pontos de recarga

A instalação de recargas elétricas no território nacional é um dos pontos em discussão. O Congresso analisa, há mais de um ano, uma lei que torna obrigatória a instalação de pontos de recarga de baterias de carros elétricos junto às vagas de estacionamentos públicos, por exemplo.

Um dos entraves apontados pelas fabricantes dos carros elétricos é, justamente, a falta de locais para “reabastecer” esse tipo de veículo. Em países como Portugal e Espanha já existe uma grande rede de pontos onde o motorista pode estacionar o carro e deixá-lo carregando, em plena rua.

 

Crise energética

Entre os obstáculos para a disseminação dos elétricos no Brasil também pode ser destacada a atual crise energética enfrentada pelo país. O longo período de estiagem tem prejudicado a produção de energia pelas hidrelétricas, fato que é somado aos atrasos na conclusão de novos projetos para o setor. A alternativa foi reforçar a atuação das termoelétricas, cujos custos operacionais são muito mais onerosos.

Enquanto no Brasil o desenvolvimento dos carros elétricos ainda pareça uma realidade distante, as vendas desses veículos menos poluentes na Noruega já respondem por 10% do total de mercado, graças a incentivos generosos, tais como isenção de impostos sobre vendas e outras altas tributações, assim como as tarifas de estacionamento e pagamentos de pedágio. Eles também podem circular nas faixas de ônibus.

 

Adaptado de EcoD

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é o criador do eco4planet, formado em Administração de Empresas pela USP, desenvolvedor e gamer. Otimista nato, calmo por natureza, acredita que informação pode mudar o mundo e que todo pequeno gesto vale a pena.

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  • Esses carros seriam muito bom

  • Cei

    isso é um bom incentivo! mas as mídias deveriam divulgar mais.. adoraria saber através dos grandes portais tb 🙂

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