
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), do Rio Grande do Sul, criam projeto para transformar lama em energia elétrica.
Usina construída no município de Rio Grande terá potencial para gerar 580 megawatts por hora.
Todos os anos, milhões de toneladas de lama são retiradas do fundo dos portos no Brasil em um processo chamado dragagem: a embarcação recolhe do leito os sedimentos com uma espécie de aspirador.
O processo é feito para manter a profundidade do local por onde os barcos e navios navegam.
No entanto, é possível usar o material para trazer benefícios à população e, simultaneamente, evitar riscos ambientais quando estes são devolvidos ao oceano.
A ideia é criar uma Unidade de Tratamento de Sedimentos de Dragagem, o primeiro projeto no país a gerar energia elétrica a partir da lama.
Em lugar de despejar a lama no mar, ela será transferida para reatores na unidade de tratamento. Eletrodos instalados nos tanques de armazenamento captarão os elétrons que são produzidos na decomposição da lama. Esses elétrons podem ser transferidos para baterias ou irem direto para a distribuição de energia.
O projeto tem potencial de gerar 580 megawatts por hora, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de até 600 mil habitantes. Para os próximos cinco anos, a expectativa é a de que sejam retiradas 6,5 milhões de toneladas de lama do Porto do Rio Grande. A usina deve ser instalada ainda este ano.
*Via Info.








10 respostas para “Lama retirada de porto vai gerar energia”
Uma correção: o nome correto é Universidade Federal do Rio Grande – FURG.
De fato, a Universidade mudou de nome, obrigado pela correção!
beleza, amostra de um estudo de valor, parabens
Excelente ideía. Se podessem explicar melhor como é que funciona este tipo de energia, pois é enovador e nada como nos mantermos actualizados. hehe Parabéns, sem dúvida uma descoberta fantástica.
Taí uma ótima noticia! Não sei como é o processo mas parece ser muito interessante.
uma grande ação para uma situação de emergência!
Abraços verdes!
Muito mais esclarecido. hehe
Poderiam era baixar o nível de pesquisas para plantar novas árvores, pois com a velocidade que a desflorestação está a levar, vai ser difícil de combater. Tentem fazer ”reset” à contagem. Bom trabalho.
muito bom muito bo mesmo
é isso que este querido pais precisa, mas o que adianta nos aqui do sul se preocupar c/ o meio ambiente se este bando de canalhas continuam cabando c/ nossas matas e o que mais intriga é que o nosso governo não coloca o exercito p/ acabar c/ esta palhaçada até parece que a interesse politico p/ não por um fim neste cancer que infelismente esta acbando c/ nosso pais.
este ministro do meio ambiente na minha opinião esta do lado de lá.
Sim, isso deixa-me um bocado indignado. Devia haver que impedisse pelo menos um aumento tão repentino da desflorestação, mas como sabes, o Governo deve receber a sua parte, como tal, pouco faz.