A tecnologia avançou bastante, principalmente no que compete à reabilitação de pessoas com alguma deficiência física. Anunciado recentemente, um exoesqueleto criado pela empresa Berkelet Bionics pode ser mais uma dessas inovações tecnológicas que permitem que cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade nas pernas consigam caminhar.
Batizado de eLEGS, o aparelho será oferecido nos centros de reabilitação para uso sob supervisão médica. Segundo a empresa, o aparelho é voltado para pessoas entre 1,60 m e 1,95 m e peso médio de 99 quilos.

Quando acoplado ao corpo, eLEGS consegue realizar movimentos de flexão dos joelhos e permite que o usuário realize caminhadas naturais em vários tipos de terrenos. A velocidade de caminhada depende da aptidão de cada paciente, no entanto, a empresa afirma que é possível caminhar cerca de 90 centímetros por segundo.
O dispositivo possui uma bateria e uma interface baseada em sensores que captam os movimentos humanos. Esse sensor registra a intenção de movimentos do usuário e age em conformidade. Um computador recebe informações dos sensores e calcula, em tempo real, todos os aspectos do usuário.
Os primeiros testes clínicos do aparelho começarão no início do próximo ano, em algumas clínicas de reabilitação dos Estados Unidos. O objetivo é que eLEGS já esteja nas casas de todos os interessados até 2013. [EcoD]








5 respostas para “Cientistas criam exoesqueleto para cadeirantes”
Que maravilhoso invento! Além da questão do "ir e vir" para o cadeirante, tem a questão da mobilidade como um todo, indiretamente músculos e ossos passam a ter funcionalidade favorecendo a saúde do corpo como um todo!
Já existia um chamado HAL.só procurarno youtube,HAL(Hybrid Assistive Limb ), criado por um japonês(Dr. SAnkai), http://www.youtube.com/watch?v=OVzaVii3yEo&fe…. não achei o vídeo que mostram idosos e outros que possuem dificuldade locomotiva utilizando-a.
Muito bom!!! 😀
esse é um dos vídeos + degradantes p/ pessoa c/ deficiência, a mulher do vídeo me solta essa pérola:"Ninguém foi destinado a viver numa cadeira de rodas", esse é um dos grandes problemas da tecnologia qndo ela ñ reconhece os esforços humanitários, ela só vive pelo resultado do problema imediato