A gravação tem pouco mais de quatro minutos e meio e toca ao som da
música “Please don’t go”, da banda Barcelona.
O aquário Okinawa Churaumi, no Japão, possui o segundo maior taque de água salgada do mundo e inspira seus milhares de visitantes a preservarem a vida marinha por meio das belíssimas imagens. Enquanto as pessoas observam do lado de fora, tubarões, arraias e outras diversas espécies de peixes circulam em harmonia por 7.500 metros cúbicos, cerca de 1.981.290 galões de água.

No aquário, tubarões e arraias nadam em harmonia/Foto: Divulgação
Encantado com o visual dos animais no aquário Kuroshio Sea, o cineasta Jon Rawlinson produziu um filme para lembrar às pessoas a “incrível” diversidade de vida dos oceanos e incentivar a preservação marinha. O filme faz parte de um acervo de imagens da natureza gravadas em lugares como Bora Bora, Filipinas, Thaiti e Japão, todos disponíveis para visualização no próprio site de Rawlinson. [EcoD]


Sendo, reconhecidamente, o Japão um dos maiores poluidores e predadores da vida marinha não dá para se levar algo assim muito a sério. Para mim é como varrer o lixo para debaixo do tapete. Mas para que gosta de televisão é realmente um show !
[...] This post was mentioned on Twitter by Douglas and Claudio Paris, eco4planet. eco4planet said: Kuroshio Sea, 7.500 metros cúbicos de vida marinha http://j.mp/cFUxBJ [...]
Gaiola de vidro! ¬¬'
Retiram esses animais da natureza para aprisioná-los em prol do entretenimento e dto lucro de alguns!
É educativo aprisionar animais selvagens em aquários? 7500 metros cúbicos são quase nada comparados ao que um tubarão ou arraia nadaria naturalmente em um único dia. Biodiversidade? A vida nessa gaiola de vidro não chega nem perto da diversidade real da vida marinha. É uma prisão, e só encanta a quem nunca pensou mais profundamente sobre nossa relação de dominação com os animais não humanos. E o objetivo real de empreendimentos como esse é sempre o mesmo: lucro. Infelizmente, aqui no Rio de Janeiro planeja-se construir mais um, para "revitalizar" a zona portuária. O especismo continua.