
Na Noruega, banco preserva biodiversidade vegetal
O banco de sementes de Svalbard alcançou a marca de 500 mil espécies armazenadas, tornando-se assim o maior reservatório do mundo.
A coleção foi criada como depósito de segurança da biodiversidade, um local seguro para armazenagem de espécies que, um dia, podem ser aniquiladas pelas mudanças climáticas, guerras ou desastres naturais.
O depósito, localizado na Noruega, a apenas 1000 km do Pólo Norte, guarda as sementes para uso futuro em bancos genéticos, uma vez que elas só podem ser usadas quando não houver mais acesso à planta original.
Os próprios países continuam proprietários das amostras enviadas à Svalbard, que são guardadas a -18º C em embalagens seladas, colocadas dentro em caixas lacradas. As temperaturas e o limitado acesso a oxigênio garantem o baixo metabolismo e a desaceleração do envelhecimento. Uma camada isolante assegura as condições em caso de queda de energia.
O Svalbard tem capacidade para armazenar 4,5 milhões de amostras, cada uma contendo em média 500 sementes – o que totaliza 2,25 bilhões de grãos.
A importância de projetos como esse é não só garantir a sobrevivência de espécies, como guardar a diversidade, fundamental para a produção de plantas resistentes a diferentes ambientes.

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*Via Info.








9 respostas para “Banco de sementes tem 500 mil espécies”
será que essa não é uma reserva para proteger as espécies da extinção criada pelos falsos vegetais da Monsanto?
Nossa. Que bacana, eu não tinha conhecimento disso.
Eu vi a reportagem…..o cuidado é surpreendente……ainda bem que temos pessoas que amam tt a ponto de melhor preservar…….
Luís, acredito que o mundo não seja tão conspiratório assim. Entretanto, fico um pouco com a pulga atrás da orelha com esses bancos de armazenamento de espécies, pois não há seleção natural nessas sementes. Fala-se muito em proteger nossa diversidade, mas eu penso que esta não é a solução. Pois, pensemos: guardamos sementes do presente em bancos e bloqueamos a seleção natural. Se um dia, alguma planta vier a ser extinta, vamos aos bancos de germoplasma, como são chamados, e pegamos uma sementinha e plantamos. Mas quem garante que o ambiente permaneceu igual (impossível) para que ela sobreviva, gere descendentes e se torne um população viável naturalmente? É muito difícil ao meu ver. E a idéia seria trabalhar geneticamente as sementes do banco, para uma “adaptação” ao ambiente. Isso penso que não é proteger nossa meio ambiente, nossa diversidade. É interessante que tenhamos bancos de germoplasma, entretanto, penso que seja muito melhor investir na conservação do germoplasma in situ, ou seja, conservar nossas florestas. abraços à todos
Vêem a necessidade de guardar sementes e não a de planta-las, para que guardar um punhado de sementes se uma árvores pode oferece-las por anos, basta preserva-lás.
As coisas estão sendo pensadas assim; Do mal o menor, não deverias ter este tipo de mentalidade.
Nada é melhor que preservar uma árvore.
Excelente notícia! Temos que lutar pelo melhor, mas esperando pelo pior. Muitas espécies já foram extintas e não há razão para esperar que novas espécies não serão extintas em um futuro próximo. “Precaução nunca é demais”.
Sabemos que uma boa parte das lavouras já estão contaminadas pela tecnologia transgênica da MONSANTO…
assista essa entrevista do programa RodaViva da TV cultura…
http://projeto-reciclar.blogspot.com/2010/04/jeffrey-smith.html
É caso de policia…