Copiando fundamentos da natureza, novo método imprime mais rapidamente, com cores vivas e sem o uso de tintas

Todo mundo já passou por isso. Quando você mais precisa da impressora, a tinta acaba. É muito provável que essa situação já tenha acontecido com o pesquisador Sunghoon Kwon, da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul.

Ele acaba de anunciar a descoberta de uma revolucionária técnica de impressão, mais rápida, com capacidade de copiar cores vivas da natureza e, o melhor de tudo, sem utilizar as tintas tradicionais. E ele conseguiu isso tomando como referência o que a natureza já faz há milhões de anos. A coloração da cauda de um pavão, por exemplo, é baseada na interação da luz com o material biológico presente na superfície das penas: não há pigmentos.

Com um composto de nanopartículas magnéticas, um líquido de hidratação e resina, o cientista criou a chamada M-Ink. Quando um campo magnético é aplicado, as nanopartículas se encaixam em formas de cadeias. A luz entra em contato com essas cadeias e o reflexo forma determinada cor.

Se houver uma mudança de intensidade no campo magnético, novas cadeias serão formadas e, por consequência, outra cor será visualizada. Uma vez na cor exata e desejada, o local que receberá a impressão é banhado com luz ultra-violeta, que elimina a resina e fixa as nanopartículas.

Pode parecer complicado, mas saiba que todo esse processo acontece muito rapidamente. Em apenas 1 décimo de segundo é possível definir o campo magnético de uma cor básica como o vermelho, ou azul. Com essa velocidade, é possível imprimir uma folha inteira, em tamanho A-4, em apenas 1 segundo. De olho na preservação ambiental, Kwon e sua equipe também trabalham no processo reverso: criar um removedor que reverta a fixação das cores, tornando o papel novamente aproveitável.

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*Via PlanetaInteligente.

16 comentários

  1. muito boa sacada! ^^’

    com certeza mais um bom avanço da humanidade em benefício do meio ambiente!

    =)

  2. Muito legal isso, minha impressora sempre me desaponta… essa ai não vai me decepicionar alem de contribuir com o meio ambiente!

    • Ao que tudo indica não é uma solução doméstica mas pode ser útil em escala industrial graças a velocidade e precisão das cores. Quem sabe a técnica pode ser usada não apenas para impressão em papel mas também para dar cor a diversos produtos.

  3. Esse cara é um gênio!!!

    Falta agora, criar um modo agora para reaproveitar aquele “papeuzinho” que jogamos fora no banheiro também!!! Rsrsrsrs…

    Boa matéria.

  4. Esse cara é um gênio!!!

    Falta agora, criar um modo para reaproveitar aquele “papeuzinho” que jogamos fora no banheiro também!!! Rsrsrsrs…

    Boa matéria.

  5. Eu achei interesante para nós, usuário final.
    E as empresas? Estão intereçadas em nunca mais vender cartuchos?
    Esse é que é o problema.

  6. A princípio parece uma boa idéia. Buscar soluções na natureza é uma ótima saída. Tomara que se desenvolva bem.

    Posso estar falando besteira mas me parece muito semelhante a fotografia.

  7. a idéa é genial, o objetivo luvável e secneramente eu gostaria muito de ver esse sistema de impressão funcioando, porém, infelizmente o mais provável é que aconteça o mesmo que com alternativas ao petróle, que é o interesse financeiro de grandes empresas barrar o desenvolvimento das tecnologias sustentáveis. acho que a HP, só pra citar um exemplo, não vê com entusiasmo essa nova tecnologia.
    boa sorte!

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