Foto: Divulgação
No Brasil milhões de cães vivem nas ruas e 70% acabam em abrigos, infelizmente 90% destes nunca encontrarão um lar. Mas pior do que não adotar um cachorrinho de rua é abandonar o animal de estimação quando ele já está apegado à casa e à família que o acolheu.
Muitas pessoas desistem dos seus animais quando “descobrem” que eles fazem muita sujeira, causam alguns gastos extras, ou precisam de cuidados especiais nos momentos mais difícies.
Animais de estimação são fofinhos, estão sempre dispostos a dar carinho, podem até ser usados para a segurança da própria casa, mas é preciso pensar com responsabilidade quando estiver pensando em adoção.
O vídeo (em inglês) “Abandono de animais não tem desculpa”, feito pelo RROC, um instituto de resgate de animais do Colorado (EUA), mostra quão vulnerável esses bichinhos ficam quando são negligenciados pelos donos.
*Via EcoDesenvolvimento.








8 respostas para “Abandono de animais não tem desculpa”
Infelizmente, tal fato ocorre em grande escala no mundo. As pessoas precisam abrir a mente para o fato de que o especismo, ou seja, o preconceito de espécie (como se apenas a espécie humana fosse digna de respeito, ou se ela fosse superior às demais, o que é um ledo engano), seja vencido assim como o racismo e outras formas de preconceito.
O que é feito com os animais na indústria da carne, na indústria das roupas de pele de animais, nos circos e em criadouros comerciais de animais, tais como os canis de cães de raça e outros, é EXATAMENTE SIMILAR AO HOLOCAUSTO. Contudo, as vítimas desse tipo de holocausto em questão, ou seja, os animais, não têm como protestar e reivindicar seus direitos. Somos nós, seres humanos, quem temos a missão ética de INTERCEDER À FAVOR DELES, DEFENDENDO-OS E RESGUARDANDO SEUS DIREITOS.
No que diz respeito ao abandono de cães, em específico, creio que devêssemos promover palestras junto às escolas de 1ª à 5ª Série do Ensino Fundamental para que pudessemos tentar reverter esse paradigma de que os animais são inferiores, ou de que não têm sentimentos, entre outros infelizmente vividos por grande parte das pessoas ainda. É hora de percebermos (como sempre foi, mas parece que só agora começamos a perceber) que os animais são nossos irmãos e não nossos objetos de posse. São seres vivos igualzinho a nós. Sentem dor, fome, sede, frio, medo e solidão igualzinho a nós. E, mais importante, TÊM DIREITOS IGUALZINHO A NÓS.
Paulo H. M. Lütkenhaus
Sociólogo / Pós-Graduando em Avaliação de Flora e Fauna em Estudos Ambientais (UFLA) / Ambientalista / Radical Defensor dos Direitos dos Animais / Cicloativista
Lindo vídeo
Apenas uma observação: no fim do texto está escrito “extimação”
Fabíola, de fato, obrigado pelo aviso!
“Animais de estimação são fofinhos, estão sempre dispostos a dar carinho, podem até ser usados para a segurança da própria casa”
A minha que trouxe pra casa da rua, é fofinha, está sempre disposta a dar carinho…. mas ser usada para a segurança… não dá não! acho que se alguém entrar em casa, a primeira a correr é ela! shaushuashua
É verdade. Não dá pra esquecer que animais crescem, e também crescem os custos.
É preciso complementar adoção e esterilização para resolver o problema dos animais de rua. Senão a população de animais de rua continua crescendo, até porque cães e gatos se reproduzem muito rápido, muito mais que humanos.
na minha cidade, o prefeito vacionou as cadelas de rua para elas não terem mais filhos… porém, em uma camapanha de vacinação q teve aqui, muitos cães e gatos com donos morreram após a dose q tomaram, e rola o comentario q envenenaram as vacinas propositalmente.