Avião solar voará cinco anos sem pousar

A pedido do Ministério da Defesa dos Estados Unidos, a Boeing irá projetar e construir um avião solar capaz de ficar cinco anos voando sem pousar.

O contrato entre a empresa e a Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (DARPA), ligada ao governo, foi assinado no dia 14 de setembro.

Por US$89 milhões, a Boeing tem a missão de entregar, até 2014, a SolarEagle. A nave não-tripulada será projetada para poder manter-se em altitudes estratosféricas por pelo menos cinco anos.

Voando a mais de 18 mil metros de altitude, o avião irá usar tecnologia de captação de energia solar para conseguir realizar missões de inteligência, vigilância e reconhecimento. Tal energia será captada durante o dia e armazenada em células solares para ser usada também à noite.

Motores elétricos altamente eficientes e asas de 132 metros ajudarão a aumentar a performance de captação solar (maior área para colocação dos painéis) e o desempenho aerodinâmico. No total, a aeronave pesará 2,7 toneladas.

O primeiro passo do projeto é construir um protótipo em escala real capaz de permanecer na atmosfera por 30 dias seguidos.

*Via Info.

5 respostas a “Avião solar voará cinco anos sem pousar”

  1. Avatar de IEMonit
    IEMonit

    Interessante a parte ecológica do avião. Somente faltou mencionar que ele será usado para (…)"inteligência, vigilância ingerência e reconhecimento" por parte do governo estadounidense.

  2. Avatar de Heaven
    Heaven

    É, tomara que seja usada em um futuro próximo para aviões tripulados, irá reduzir bastante as emissões de CO(2)

  3. Avatar de Denilson Campos
    Denilson Campos

    O mais interessante é que todos sabemos que é possivel construir algo ecologicamente satisfatório, com os meios tecnológicos que a humanidade possui. No entanto mais uma vez, toda essa tecnologia é largamente utilizada em beneficios excusos, bélicos e contraditoriamente para a destruição da humanidade.

  4. Avatar de Evandro Carlos

    Espero que esse seja o futuro da aviação comercial e quem sabe reduzir o preço das passagens, além da drástica diminuição da amissão de CO2.

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