
Casca de coco é reaproveitada no Espírito Santo e cerca de 60 toneladas do material deixam de ir para o lixo.
Tudo graças a um técnico de informática aposentado que, em 2007, decidiu abrir uma empresa que pudesse transformar as sobras em um negócio rentável.
Em parceria com o aterro sanitário privado Marca Ambiental, na região metropolitana de Vitória, Sebastião Martins Gomes fundou a Biococo.
Com investimento de R$180 mil para abrir a empresa, ele hoje processa toneladas de casca de coco descartadas no aterro sanitário pela prefeitura.
A primeira etapa para reaproveitar o material é a desfiagem e secagem. Depois, as fibras são trançadas, recebem látex e se transformam em biomanta. O material biodegradável funciona como um forro em áreas desmatadas e ajuda a fixar e manter a umidade da terra. Com isso, o reflorestamento de áreas degradadas é muito mais fácil.
Ao todo são produzidos 4 mil m² por mês de fibra de coco, vendidos a R$ 3 o m². O pó de casca de coco compostado também é produzido para cultivo de bromélias, samambaias e mudas em geral. A Biococo também quer produzir vasos para plantas, bolsas, bandejas e peças de artesanato.
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*Via Info.








8 respostas para “Casca de coco reciclada é negócio”
São idéias assim que realmente fazem a diferença
Tudo isso ainda é pouco, apesar da atitude louvável deste filho de Deus. Da casca de coco faz-se muita coisa, a começar pela polpa verde, que se transformaria em excelente aditivo à merenda escolar, o entrecasco que pode ser fonte de energia,com a vantagem de contribuir para o equilíbrio ambiental. Eu já escrevi isso neste blog, é que eu vivo preocupada com o desperdício nas feiras livres, nos supermercados, nos restaurantes e até nos lares. Nós não temos o direito de menosprezar a dor de quem passa fome, o suor de quem trabalha no campo, nem de desperdiçar o que a natureza generosamente nos dá. Falta consciência aos políticos e à população que não se importa com as coisas primordiais.
E eu sou de opiniao que viessem em Africa, com finalidade de sencibilizar e cultivar ao africano a necessidade de preservar o meio ambiente, nao sómente virem cá para cavarem os vossos DOLARES de volta…os politicos africanos aprenderam muito de corrupçao dos Brazileiros em especial os Mocambicanos, por favor ensinem-nos a prezervar a natureza como fazem ai no Brazil.
bem, Mrs Benny, infelizmente não há remédio contra mau caráter, o vento que sopra aew sopra aki tbm
A inteligẽncia do homem é de imensurável valor diante da necessidade do do planeta é muito eficiente pena que ainda não é lei fazer uso desses recursos na ajuda da recuperação do nosso planeta.
É como dizem: corrupção é um mal que não precisa de professor, o mau caráter existe em todo lugar, por isso a situação do meio ambiente é essa aí; aprenderam que tirar coisas de quem não fala nada, é um meio de enriquecimento. Mas da forma que vai, pobres e ricos terão o mesmo tratamento, ou seja: todos vamos pagar pela omissão e ignorância, quando não, por cumplicidade em degradar nosso lar verdadeiro.
Salvem as boas idéias e as pessoas realmente inteligentes!! É de gente como essa que o mundo precisa. É de boas idéias que nós precisamos para diminuir a degradação do meio ambiente. Se todas as pessoas usassem os “10% da sua capacidade” para algo com um fim realmente útil, o nosso planeta estaria num caminho completamente diferente.
como observador, não poderia não estar preocupado com o que é descartado em feiras, e na venda de agua de
côco.não só a casca para fazer xaxim ( a natureza agradece) mas tambem a polpa que pode ser aproveitada pa
ra fazer doces , pâes e outros.
sugeri as prefeituras da grande vitoria, para o aproveitamento da polpa do côco, em cursos de culinaria e geraçao
de emprego e renda.
uma respondeu agradecendo a sugestão mas prometendo vai estudar só em 2012.
eu mesmo ja levei alguns destes para casa, e minha esposa fêz pão e doce.