Como substituir as lâmpadas de 100 watts para economizar?

Diante da iminente retirada das lâmpadas incandescentes de 100 watts do mercado, conheça as equivalências com outras tecnologias para fazer uma substituição gradual na sua casa. Você contribuirá com o meio ambiente reduzindo o consumo de energia e depois economizará muito nas contas de luz.

Passos

1
Você pode adotar as lâmpadas fluorescentes compactas (também conhecidas como lâmpadas de baixo consumo) de 25 watts, que equivalem a uma de 100 watts incandescente. Elas custam mais, porém garantem uma economia de 65% a 80% de energia.
2
Se você substituir as lâmpadas incandescentes de 100 watts por lâmpadas halógenas, reduzirá o consumo de luz de 25% a 45%.
3
Outra possibilidade é adquirir quatro lâmpadas dicroicas compostas por 21 leds de alta luminescência (no total vão equivaler a uma lâmpada de 100 watts). Elas também são mais caras, mas não emitem calor e cada uma tem 30 mil horas de vida útil.
4
Se você usar lâmpadas de baixo consumo onde as luzes ficam acessas durante quatro horas por dia evitará gastar 30% de eletricidade.
5
As lâmpadas fluorescentes compactas são indicadas para cozinhas, quartos e salas.

Importante

  • A medida que proíbe a fabricação e a importação de lâmpadas incandescentes já entrou em vigor na União Europeia, em Cuba e nos Estados Unidos. Em breve deve ser adotada no Brasil e na Argentina.
  • Até o fim de 2012, todas as lâmpadas incandescentes serão retiradas do mercado dos países da União Europeia.

*Via BemSimples.

6 respostas a “Como substituir as lâmpadas de 100 watts para economizar?”

  1. Avatar de Daniel

    Vejam essa em http://docverdade.blogspot.com/

    Quem matou o carro elétrico? – Who killed the electric car? (2006)

    (EUA, 2006 – Direção: Chris Paine, 92 min.)
    Em 1996, pensando em reduzir o efeito dos gazes estufa, o Estado da Califórnia exigiu que as montadoras fabricassem uma pequena porcentagem de carros que não emitissem poluentes, isso quer dizer, carro elétrico.

    As montadoras, então, se focaram em duas linhas de frente: 1-fazer o carro para cumprir a lei, 2-derrubar a exigência legal através de lobistas.
    Conseguiram fabricar o carro, a exemplo dos EV1 da GM, que eram muito mais eficientes, duráveis, ágeis, silenciosos e sustentáveis que o velho carro de motor a combustão. Foi uma grande evolução para o meio-ambiente.

    Mas conseguiram também derrubar a lei e, então, obrigaram os usuários (inclusive Tom Hanks e Mel Gibson) a devolver seus veículos elétricos que estavam em leasing e… os destruíram!
    Você tem idéia da razão de interesses estariam por trás de destruir os melhores carros até então construídos? O filme mostra esclarece, derrubando todos os mitos gerados pro interesses corporativos.

    Depois de assistir a esse documentário, você perceberá o quanto seu carro é ultrapassado…
    (Sinopse original do docverdade)

    Torrent – Legendas pt-br – Subtítulos spa

  2. Avatar de arthur bof demuner

    qualé
    uso uma lampada incandecente de 40w para fazer uma espécie de estufa para os papeis que irão para a capiadora não engasgar na máquina… tira a umidade do papel e tal…
    se num tiver a estufa, tem uma perda de no mínimo 10 folhas A4 por dia por máquina, além de diminuir a vida útil das máquinas e gastar tinta a toa e aumentar o lixo…
    e uma estufa de verdade é cara e gasta a mesma coisa, ou mais, que deixar a lampada…

  3. Avatar de Victor Hugo
    Victor Hugo

    No banheiro as lampadas fluorescentes não duram, a umidade entra e destrói os circuitos eletrônicos, ou fazem uma lâmpada fluorescente mais resistente, ou ficaremos sem luz no banheiro, tentei uma lâmpada de led, mas ela custa uma fortuna e ilumina só num facho, como um farol de carro. Dentro do forno do fogão também não sei que tipo de lâmpada aguentaria as altas temperaturas que uma lâmpada incandescente suporta. Acho que o caminho não é pela proibição. As incandecentes tem suas aplicações.

  4. Avatar de OLIVEiRA  SILVIO DE
    OLIVEiRA SILVIO DE

    peço, matéria sobre reciclaçao de madeiras, trabalho com restauração delas

  5. Avatar de marcelo.moojen

    Pra variar, domina a política “8 ou 80”.
    Ainda não foram inventadas lâmpadas que substituam totalmente as incandescentes. A lâmpada que melhor representa as cores (temperatura das cores) na sua iluminação ainda é a incandescente. É claro que para a maioria das situações esta lâmpada não seja adequada – mas para algumas situações, é indispensável.
    Acredito que a abordagem deste assunto devesse ser diferente, diminuindo a fabricação das incandescentes e também aumentando seu custo – ao mesmo tempo em que outras tecnologias como fluorescentes e LEDs sejam subsidiadas para aumentar sua aceitação com a população.

  6. Avatar de Jacqueline
    Jacqueline

    Detalhe: não devemos nos esquecer que as lâmpadas fluorescentes são constituídas por um tubo selado de vidro, em cujo interior encontram-se gás argônio e vapor de mercúrio. Segue matéria abaixo:

    ” Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) está analisando o pedido para instalação da primeira empresa especializada em reciclagem de lâmpadas fluorescentes em Minas Gerais: a Recitec. Apesar de conter mercúrio, material tóxico nocivo ao homem e ao meio ambiente, atualmente não existe legislação que regule o descarte das fluorescentes. A maioria é jogada em lixões.
    A expectativa do proprietário da Recitec, Benami Waisberg, é de que a empresa entre em operação no final de agosto, com capacidade para reciclar 200 mil lâmpadas, em Pedro Leolpodo, num galpão de 2 mil metros quadrados. De acordo com a direção da Apliquim, empresa paulista também especializada em reciclagem, anualmente são descartadas 40 milhões de fluorescentes no Brasil.
    Com o racionamento de energia, o descarte deverá aumentar. Somente neste ano, a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) estima a entrada de 20 milhões de fluorescentes compactas no Brasil – as lâmpadas econômicas. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) iniciou estudos para regulamentar a produção, distribuição e descarte das fluorescentes.
    Em Belo Horizonte, a fluorescente é descartada nos aterros, pois a Prefeitura, segundo a assessoria de imprensa, entende que a destinação final da lâmpada é responsabilidade do fabricante. A direção da Abilux, no entanto, adianta que não tem infra-estrutura para recolher as lâmpadas usadas.
    A fluorescente intacta não causa nenhum dano à saúde. O problema é a quantidade e o tempo de exposição ao vapor de mercúrio, quando as lâmpadas são rompidas. Outro risco é a contaminação da água e do solo, resultado do acúmulo do mercúrio em aterros industriais, onde a maior parte das lâmpadas é descartada. Especialistas em reciclagem alertam, no entanto, que o impacto provocado pelo rompimento de apenas uma lâmpada é desprezível.
    Waisberg disse que a Recitec vai reciclar todos os tipos de fluorescentes (tubulares, compactas, vapor de sódio, vapor de mercúrio e mista). Pretende atender, principalmente, ao mercado mineiro, onde boa parte das grandes empresas encaminha as fluorescentes para São Paulo e Paraná, onde estão instaladas as duas principais empresas nesta área.
    O empresário não tem estudos sobre o potencial de consumo das fluorescentes em Minas Gerais, mas estima algo em torno de 16 milhões por ano, considerando o doméstico e o industrial. O pedido de licença prévia para instalação da unidade industrial foi solicitado à Feam há um ano e meio.” Fonte: http://www.reciclaveis.com.br

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