Nova York poderá abrigar fazenda vertical totalmente sustentável

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Os arquitetos da Vincent Callebaut se inspiraram na asa de uma libélula para projetar o Dragonfly. O prédio terá 600 metros de altura e ocupará seus 132 andares com uma fazenda vertical capaz de abrigar 28 diferentes plantações e produzir frutas, verduras, lacticínio e outros produtos alimentícios. Entre os pomares existirão salas de escritórios, apartamentos residenciais, laboratórios e áreas comuns.

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O prédio de uso misto foi projetado para ocupar a Ilha Roosevelt, na cidade de Nova York, e caso seja construído, ocupará uma área de 350 mil metros quadrados. Sua estrutura foi pensada de forma oferecer tudo que as pessoas precisam em um só lugar: moradia, trabalho, energia, água e comida.

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Sustentabilidade

O espaço no meio da “asa”, feito de aço e vidro, foi projetado para tirar o máximo de proveito da energia solar durante o dia e acumular o ar quente durante as estações frias. Já no verão, as plantas presentes no interior da estrutura ajudarão a resfriar o ambiente sem precisar apelar para refrigeradores.

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O ecossistema interno foi pensado para ser totalmente autosuficiente. O sistema recolhe a água da chuva e a mistura com a água captada dos apartamentos. Essa água é tratada e usada para irrigar as plantações.

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Com isso, o prédio será capaz de produzir não apenas água potável, mas também comida para os moradores. E para tornar o projeto ainda mais autosustentável, turbinas eólicas e painéis solares irão gerar energia suficiente para abastecer as atividades dos usuários.

*Via EcoDesenvolvimento.

15 respostas para “Nova York poderá abrigar fazenda vertical totalmente sustentável”

  1. Caracas, que legal.
    Isso vai ser demais se for criado mesmo. No Brasil ia ser dificil encontrar um lugar assim!
    Mas se feito aqui com certeza terei um apê lá. Muito boa essa matéria, parabéns!

  2. uma construção como esta vai mto aço né,
    na ponta do lápis
    talvez
    seus benefícios não valem
    o impacto negativo da construção, alguém já viu os buracos da Vale?
    td que esse prédião esquisito oferece pode ser obtido de maneira mais simples,
    idéias assim reforçam minha de que nossa espécie caiu na terra no mesmo
    meteóro que destruiu os dinossauros,
    a gente é de outro mundo

  3. Que LEGAL, cara!
    Me imaginei logo num negócio desse. haha

    Mas realmente o que uma pessoa falou aí, podemos conseguir tudo o que esse prédio oferecerá, de uma forma bem mais simples. É que o ser humano quer recriar até a natureza…haha.

  4. com certeza o impacto desse construção será muito grande no que diz respeito aos recursos naturais e matérias primas, só soubermos trabalhar a terra dentro da técnica podemos produzir muito mais em muito menos espaço, um exemplo no brasil a média de produção por espaço é de maia vaca por hectare (10000 m²), existem estudos que falam em ser trabalhar com até 18 vacas por hectare, e já comprovado sem esforço 12 por hectare da pra fazer tranquilamente, é uma estrutura lindíssima indiscutivel isso mais não acredito que seja a solução para os problemas dos impactos gerados pela agricultura no planeta.

  5. Esse é um mundo sustentável dentro de metais e ferro, e o mundo fora dele? como fica?
    O problema não está na auto-sustentação do ser humano dentro de um prédio, mais como nosso caro amigo Capim falou, o impacto fora é muito maior, pensar em um futuro melhor não é necessariamente “viver isolado em um local que é auto sustentável”.

    Não nego que o projeto é legal e bastante interessante, mais projetos como este só vem a visar o bem estar de quem poderá banca-los! 🙂

  6. Isso, de certa forma seria muito interessante para grandes metrópoles, pois se analisarmos a situação de São Paulo, por exemplo, já não há lugar para parques na cidade, o Ibirapuera e outros parques já estão sufocados pela urbanização, e mesmo se hj plantássemos árvores em todas as calçadas da cidade, isso não deve ser suficiente para dar conta de toda poluição existente, um edifício desses seria uma boa alternativa.
    Gostei da ideia.

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