O novo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse nesta quarta-feira(31) que a compatibilização entre o aumento da produção agrícola e a necessidade de preservação ambiental seguirá sendo o grande desafio de seu ministério. Durante a cerimônia de transmissão de cargo, ele criticou quem elabora as políticas ambientais sem conhecer a realidade do campo.
“Quem melhor sabe como preservar é o produtor rural, porque faz isso com a vegetação, com os mananciais. Não são aqueles que, a distância, ainda que com boas intenções, pensam o mundo a partir de suas cabeças. Temos que fazer isso com respeito”, afirmou.
Rossi disse que dará continuidade às ações encampadas pelo ministro Reinhold Stephanes e destacou a luta de seu antecessor por aquela que foi considerada a maior preocupação do setor: os fertilizantes, cujo projeto para regular a exploração foi entregue nesta terça-feira(30) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Apesar de ser uma das mais produtivas, há um pé que não está funcionando na agricultura brasileira. Temos alta dependência da importação de fertilizantes. Precisamos do apoio da Petrobras e de empresas privadas, como a Vale, para alcançar a autossuficiência. O ministro Stephanes se dedicou muito a isso e vamos dar continuidade”, disse.
Quanto ao apoio à comercialização de grãos, o novo ministro disse ter uma boa experiência no assunto, conquistada ao longo dos pouco mais de dois anos em que foi presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo ele, é unanimidade entre os técnicos do Ministério da Agricultura que alguns detalhes propostos pelo Ministério da Fazenda nas portarias interministeriais “engessa” todo o mecanismo de apoio aos produtores.
O substituto de Rossi na presidência da Conab ainda não foi escolhido. Segundo o recém empossado ministro da Agricultura, o presidente Lula encarregou a ele e ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a tarefa. “Teremos, se possível, uma solução interna.”
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*Via AgênciaBrasil.








4 respostas para “Novo ministro defende aumento da produção com preservação ambiental”
Parece que esse gosta de retórica. Já disse que as pessoas do campo fazem a preservação ambiental naturalmente! É porque ele não sabe o quanto de robalo do tamanho de um palmo se vende nas feiras livres; o quanto se arranca de frutas verdes; do quanto se contamina o solo e a água. Seria melhor que ele dissesse que vai implementar a Educação ambiental no campo. Aí até dava para confiar…
Mais que ações isoladas no âmbito da agricultura, já que aumento de produção e proteção ambiental são idéias antagônicas, temos que pensar em ações que reduzam a natalidade de pessoas, dando melhor qualidade de vida às que já existem ao invés de fazer programas assistencialistas, e melhorar a logística do já é produzido, evitando o desperdício
é mais um da turma deles, nem vem explorar fosfato na encosta da Sarra Catarinense, nós não vamos deixar, esta região é onde ficam as nascentes dos rios que abastecem o nosso litoral, além do mais tem outros meios de se conseguir adubo de excelente qualidade…
No meu Blog sobre Reciclagem tem mais informações
http://projeto-reciclar.blogspot.com/
Essa substituição de ministros da Agricultura é como trocar seis por meia dúzia. Esse novo ministro parece ser tão inimigo do Meio Ambiente quanto o anterior.
Os produtores rurais, principalmente os grandes, não sabem tanto assim, preservar o meio ambiente, basta ver o que estão fazendo com as florestas da Região Norte, em busca de produções cada vez maiores e com o apoio do Ministério da Agricultura e atá da conivência do Ibama.
http://www.hiperguia.com.br/meioambiente.php?pgn=1