Cerca de 22 mil litros de óleo betuminoso, utilizado para produção de asfalto, vazaram após o rompimento de um tanque da construtora Triunfo na estrada dos Moraes, em Suzano, na Grande São Paulo, na tarde de domingo.
Segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), o óleo atingiu o córrego que deságua no rio Açupeba e contaminou a água, o solo e a vegetação locais.
A Cetesb instalou uma barreira de contenção flutuante a cerca de 3 km do local do vazamento para evitar que o óleo siga o curso do rio e contamine outras regiões.
Uma empresa especializada em acidentes ambientais foi contratada pela construtora para retirar o produto do rio. Foram encaminhados ao local dois caminhões com bombas a vácuo para sugar o óleo. De acordo com a Cetesb, a limpeza total do local pode demorar até quatro dias.
Fonte: Terra








8 respostas para “Vazamento de 22 mil litros de óleo atinge rio na Grande SP”
Engraçado que não vi essa noticia em outro lugar
Engraçado como é possível darem licenças ambientais para construir esse tipo de empresa próximo de um córrego sabendo que sempre existe risco de vazamento ou acidentes do tipo…
Amanda, segue:
=> http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4212912-EI8139,00-Vazamento+de+mil+l+de+oleo+atinge+rio+na+Grande+SP.html
=> http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4212912-EI8139,00.html
=> http://www.jornaldiadia.com.br/etc…
Todos Ctrl+c e Ctrl+v…
Se procurar no próprio sistema de busca do eco4planet pelo título da notícia, aparecem uns 3 ou 4 sites comentando isso só na primeira página :O
O pior é que acaba em pizza… Isso devia render um belo caso para a Promotoria da Cidade e do Estado. Aposto que, pelas leis de zoneamento e ocupação de solos, não se poderia incluir uma fábrica de asfalto próximo a um rio… Mas Suzano tem essa política promíscua na hora de chamar empresas para a cidade. Ex-polo industrial, hoje Suzano não tem mais a arrecadação de impostos de antigamente. O jeito é legalizar a bandalheira permitindo que estas empresas façam de tudo e mais um pouco para baratear custos. A conta é simples: quanto mais uma fábria produz, mais ela pode pagar em imposto. E a máquina do estado está a plenos pulmões: os nossos!
Sou representante de uma ONG que atua na defesa do meio ambiente, estou disposto a ingressar com uma Ação Civil Pública contra esta empresa, com o objetivo de obrigá-la a recuperar a área degradada e ressarcir os danos. Caso alguém se interesse em fazer uma parceria neste intuito podem entrar em contato.
abraço a todos.
[ Testando Avatar! rs =P ]
Que horror !Até qd vamos conviver com isto?Eu tbm não vi a divulgação deste incidente ……