Reconstruir sistema elétrico de estados atingidos por enchentes custará R$ 60 mi

A reconstrução do sistema elétrico dos estados atingidos pelas enchentes no último fim de semana vai demandar R$ 60 milhões, que já estão garantidos, em caráter emergencial, pelo Ministério de Minas e Energia e pela Eletrobras. De acordo com a estatal, o sistema elétrico foi destruído ou seriamente danificado em diversas áreas e cerca de 71 mil consumidores estão sem energia elétrica em Alagoas.

Do total de unidades consumidoras atingidas no estado, 40% já foram restabelecidas. Grupos geradores estão sendo instalados para atender principalmente hospitais e locais que estão abrigando famílias que perderam suas casas. Segundo a Eletrobras, as redes de distribuição estão sendo progressivamente recuperadas e o restabelecimento da energia será feito com a segurança necessária para evitar acidentes.

Os municípios de União dos Palmares e Branquinha estão em situação mais crítica, mas o restabelecimento da subestação de União dos Palmares e da linha de transmissão de 69 quilovolts (kV) que atende à região foram feitas no dia 25. Em Quebrangulo (AL), o atendimento a hospitais, igrejas e locais de abrigo já foi normalizado.

Na recuperação do sistema elétrico, as empresas de energia estão atuando de diversas formas. A Eletrobras Distribuição Alagoas tem equipes próprias e empresas terceirizadas e a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) está colaborando com as empresas distribuidoras de Alagoas e de Pernambuco, com pessoal, equipamentos rodoviários pesados, equipamentos e materiais de manutenção de linhas e rede, meios de comunicação via satélite e helicópteros.

*Via AgênciaBrasil.

2 respostas para “Reconstruir sistema elétrico de estados atingidos por enchentes custará R$ 60 mi”

  1. Se usássemos a energia solar em cada casa, acho que o custo poderia ser menos, pois não necessitaria de linhas de transmissão, transformadores, subestações, etc…
    Acho que as energias renováveis deveriam tomar conta de todo o mundo, e que possamos viver sustentável!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *