Aldo Procópio é um pesquisador de Ciências Médicas da USP, mas está no estado do Amazonas há dois anos. Lá ele estuda uma nova forma de criar plástico sem depender do petróleo.
Essa forma tem nome: Biopolímero. Enquanto o plástico a base de petróleo, grande vilão do meio ambiente, demora cerca de 400 anos pra se degradar, o Biopolímero desaparece em 6 meses.
O material é feito com o isolamento de bactérias coletadas nos rios da Amazônia. O pesquisador diz que no período da seca e baixa dos rios, os nutrientes ficam escassos, e por conta disso aparecem vários microorganismos com potencial para estocar fonte de carbono em seu interior e, dessa forma, fornecer o biopolímero.
Segundo os pesquisadores, o novo plástico não deve ficar só nas sacolas: Produtos como remédios, fio de sutura, pinos de sustentação de ossos (usados em cirurgias ortopédicas), cápsulas que envolvem medicamentos e embalagens de descarte rápido também devem ganhar “atualização” para o biopolímero.
A pesquisa faz parte do Programa de Desenvolvimento Regional (DCR) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Do Amazonas (Fapeam).
Via Info









10 respostas para “Brasileiro cria plástico a partir de bactérias da Amazônia”
Ótimo, mais uma alternativa sem ser o plástico oxibiodegradável. Tomara que seja mais barata também. 😀
Coisa boa pesquisas feitas com dinheiro público tendo de fato uma funcionalidade. E esta então, putz… nem se comenta de tão importante e especial que é. Parabéns mesmo ao pesquisador e sua equipe!!! 😀
Já não era sem tempo, deixar a praga do petróleo de lado para fazer o plástico…
cara que coisa boa para o meio ambiente… uma nova forma de sair aquela coisa … se todo o brasileiro usa-se essa sacola nova , bá achu que reduzia a poluição bastante
Calma gente. Infelizmente nada parece que isso substituirá o plástico originado do petróleo. Leiam bem, uma bactéria isolada em rios quando em período de seca. Como se isso acontecesse sempre, né.
Puts mano.. leia direito você…
Tá falando que a bactéria em questão, aparece só na seca..
É cada um viu…
O material é feito com o ISOLAMENTOS DE BACTÉRIAS COLETADAS (não especifica bactéria alguma) nos rios da Amazônia (qualquer rio). O pesquisador diz que NO PERÍODO DE SECA E BAIXA DOS RIOS, os NUTRIENTES FICAM ESCASSOS, e por conta disso aparecem vários microorganismos com potencial para estocar fonte de carbono em seu interior e, DESSA FORMA, FORNECER BIOPOLÍMERO.
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Nada impede a cultura dessas bactérias em laboratório…
muito bom! não vejo a hora de encontrar essa sacola no mercado.
junto da iniciativa de cobrar pela sacola, uma vez que quando dói no bolso o brasileiro diz pensar no meio ambiente…
Vamos pensar positivamente … pois parece-me que independente dessa cultura da bactéria estar ligada ao período de baixa desse rio, considero que seja um avanço, uma iniciativa a mais para pensarmos na sustentabilidade do nosso planeta. Penso que seja um passo inicial para futuras pesquisas laboratoriais…__