
A gigante pneuseira Michelin apresentou seu novo produto, o Protek Max, que tem uma boa razão para seu formato estranho e cheio de bolhas: ao ser furado, ele se fecha sozinho!
O pneu de bicicleta faz isso utilizando-se de um desenho bastante diferenciado, com essas protuberâncias mostradas na foto que não o deixam entortar e ajudam na regeneração, pois fazem a borracha se comprimir. Quando furado, o pneu libera uma substância que veda o buraco junto com a pressão do ar.
Como o Protek Max se regenera, você não precisará trocar o pneumático (como diria seu avô) a cada furo, nem mesmo levar para o borracheiro fazer aquele remendo supimpa (olha seu avô falando de novo).
Nos EUA as vendas começarão por um preço surpreendentemente baixo: US$ 8,99 e em dois tamanhos diferentes. Quando será que teremos essa tecnologia nos pneus de carros?








11 respostas para “Michelin apresenta pneu que se regenera automaticamente ao ser furado”
bom, tomara que nunca venha aos carros, senão os 'ambientalistas' limparão a consciencia mais um pouquinho. Chega de carros, e chega de mudanças pelo consumo de outras.
"Quando furado, o pneu libera uma substância que veda o buraco junto com a pressão do ar".
Essa parte eu não entendi: a tal "substância" é parte da própria lona do pneu?
E já existe um sistema chamado PAX que dispensa o estepe, mas ainda exige um reparo no pneu.
E para o amigo do "chega de carros": sugere o quê? Que as pessoas parem de se locomover e se comunicar? Se nem nos países em que o transporte público é desenvolvido os cidadãos abrem mão de condução própria, acha que aqui na roça séria diferente? Ainda mais num país continental e com transporte público precário… Não leva a mal, mas certos assuntos devem ser tratados de forma técnica e não ideológica.
Muito provavelmente é um sistema que já tínhamos ouvido falar há algum tempo, em que uma substância da parte interna (gel/líquida) "vaza" caso ele seja furado, solidificando-se automaticamente em contato com o ar.
Salomão, eu quis atentar ao fato da falsa percepção que se produzirmos mais e mais automóveis, sendo eles agora menos poluentes e todo o pacote, estaríamos 'nos salvando'. Um carro já polui mais quando é produzido do que toda sua vida soltando fumaça por aí. E isso não é ideológico, é só dificil de percebermos, estamos mesmo muito acostumados como carro sendo solução. Eu poderia dizer que apostaria e lutaria mais por uma revolução no transporte publico das cidades e de longa distancias e em uma educação que leve em conta que o capitalismo não se sustenta do que apostar em novas tecnologias que as pessoas falem "oba, agora sim".
tem um artigo interessante sobre carros elétricos na suécia aqui e suas consequencias: http://transportehumano.wordpress.com/2011/03/31/…
bom, tomara que nunca venha aos carros, senão os 'ambientalistas' limparão a consciencia mais um pouquinho. Chega de carros, e chega de mudanças pelo consumo de outras. [2]
Uma ótima ideia da Michelin. Concerteza irá fazer sucesso, só vai acabar com as borracharias…
Incrível. espero que essa substancia que é liberada nao seja toxica se o pneu for jogado fora
O bom desses pneus, imagino, é o fato de serem "recicláveis", né? Não teria que ficar sempre trocando de pneu. Por sinal, ele é resistente? Teria durabilidade tanto quanto o pneu normal (isso pensando em um pneu que teve toda sua vida útil usada, sem furar)?
para os amigos aí do "chega de carros" e os que discordam, peço a alguém da equipe eco4planet que publique aquela matéria do carro movido a ar (http://www.youtube.com/watch?v=yMBER_He5Ck) e também outras matérias de carros não poluentes para vocês verem que há sim uma salvação
Mas como assim? isso significa que se eu jogar um pneu desses fora, ele iria existir eternamente? rsrsrs
Brincadeiras à parte, essa é uma boa solução, melhor do que os remendos ou a cada furo um pneu novo.
Agora, eu gostaria mesmo de saber como funciona isso, se essa substancia é tóxica, a durabilidade e etc. . .
[…] já ouvimos falar até de pneus autorregenerativos (!), e a esperança sempre é de que cheguem logo para reduzir transtornos, gastos e, […]