No futuro otimista dos filmes os carros estão voando, o teletransporte existe, o ser humano conhece várias raças alienígenas, etc. Já nos pessimistas a coisa pode ser bem assustadora: Invasão alienígena, apocalipse zumbi, meteoros, catástrofes naturais e daí em diante.
Um filme que resume bem o pessimismo é “Water World” em que o aquecimento global se agrava de tal modo que as calotas se derreterem por completo fazendo com que, aparentemente, não exista mais terra firme. O filme mostra diversas ilhotas feitas da forma mais improvisada possível e como os seres humanos (sobre)vivem nessas condições.
Se chegaremos a esse ponto não se sabe, mas no que depender do arquiteto francês Vicent Callebaut, as ilhotas serão muito mais legais e foram apelidadas de “ecópoles flutuantes“. A cidade-aquática-modelo se chama Lilypad e tem seu formato baseado numa vitória régia da Amazônia.
A ideia do arquiteto é que a cidade seja dividida em três setores: trabalho, moradia e entretenimento. A parte do centro será um lago abastecido pela chuva e com sistema de purificação. Lilypad ainda contaria com hortas que se estenderiam ao redor do lago central. E por toda a cidade existiriam jardins suspensos.
A cidade poderia produzir energia eólica, hidráulica, solar, térmica, a partir de biomassa e do movimento das ondas. Possibilidades não faltam.
Além disso, a construção utilizaria fibras de poliéster com camadas de dióxido de titânio, isso, segundo o projetista, faria com que a cidade absorvesse a poluição atmosférica quando os raios ultra-violetas entrasse em contato com a cidade.
A capacidade estimada do projeto é de 50 mil refugiados/cidadãos, mas se você tiver o sonho de encontrar terra firme, saiba que esse número deve cair para 49 mil 999, pois a vaga de navegador já é do Kevin Costner.









13 respostas para “Uma ótima cidade pro pior futuro possível”
Tanto um ponto de vista quando o outro é motivo de pena (otimistas e pessimistas). Meros noiados.
É verdade, o ar que respiro me da renite, a água esta cada vez com um gosto pior, e a caixa dágua só enche algumas horas por dia, tem dia que á água não vem ainda bem que a caixa é grande, o que gasto em R$ na feira a cada dia esta ficando mais caro, primcipalemtne as frutas e verduras, come-las esta ficando um previlégio, mas comer um salgadinho é baratinho.
Extremamente interessante, mas acho que faltaram algumas informações. Como ficará parada? Ficará parada? O que empedia de não se virar com um Tsunami ou algo do tipo? E furacões, como se protegerão?
Ai ficam as perguntas. Apesar de eu achar que o melhor a ser feito é a cidade ser um "barco", na qual estaria sempre ancorado, mas quando fosse passar um furacão ou algo do tipo ali, se moveria para um local mais seguro.
Segundo a fonte original da notícia, ela vai ser como um barco "navegando" por aí.
🙂
Hmm… E quem sofre de enjôo marítimo? :p
hahahaha
Aí vira "bio-massa"
ahsuhaushaushaushuaa
É, mais combustível ^_^
isso é assustador, toda vez que o Ecoplanet publica esse tipo de "paraísos" futuristas lembro do jogo Sim city, mas aquele velho do super nintendo, que quando da algo errado em suas construções (como está a ocupação do homem no planeta), você simplesmente "deleta" e deixa para lá o que deu errado e começam essas ilhas promissoras e cheias de sustentabilidade… em vez de pensar no futuro devemos pensar no presente!
Minha única dúvida é para onde iria o esgoto…
Onde diabos conseguiriam titânio pra produzir dioxido de titânio se não existir mais terra?
Onde eles conseguiriam tudo que precisam uma vez que só teremos agua!!!???
Ai sim eu queria ver hein!
So de pensar em viver no mundo desse jeito prefiro morrer credo