O inverno começou em 21 de junho no hemisfério Sul e, nas regiões em que a temperatura fica mais baixa, aumenta o consumo de energia elétrica em virtude do crescimento no uso de equipamentos como aquecedores de ambiente, secadores de cabelo e chuveiros elétricos. Quando cresce demais a demanda e as usinas hidrelétricas não dão conta de gerar energia suficiente, é preciso ativar as geradoras de energia termoelétricas, que consomem carvão, o que polui e emite gases de efeito estufa responsáveis pelo aquecimento global. Além do impacto ambiental negativo, a ativação das termelétricas representa contas de luz mais caras, com a chamada “bandeira vermelha tarifária”, o que afeta diretamente o bolso do consumidor.

Para auxiliar as famílias a manter o consumo regular de suas residências – mesmo em dias frios – o Instituto Akatu, ONG que atua há 16 anos pelo consumo consciente, preparou algumas dicas para que a população evite o desperdício de energia elétrica no seu cotidiano, sem perder o seu conforto. As dicas valem para o ano todo, independente da estação, mas o inverno sempre exige uma atenção especial.

Dicas para ajudar a economizar energia:

  1. No inverno, há menos horas de luz solar. Por isso, é preciso ter cuidado para não desperdiçar energia com a iluminação. Substitua as lâmpadas incandescentes e fluorescentes por lâmpadas de LED. Você sabia que uma LED dura em média 16 anos, cinco vezes mais que uma lâmpada fluorescente compacta? Isso significa que, em um período de 16 anos, será necessário trocar as lâmpadas de LED apenas uma vez, contra cinco trocas das lâmpadas fluorescentes.
  2. Ao sair de um ambiente, não se esqueça de apagar a luz. É importante ressaltar que esta prática vai além da economia de energia, pois também aumenta a vida útil das lâmpadas.
  3. O chuveiro elétrico costuma ser o maior consumidor de energia de uma casa. Por isso, apesar da tentação, evite banhos longos. Uma pequena mudança de comportamento faz a diferença: se cada um dos brasileiros diminuísse em apenas um minuto o seu tempo diário de banho no chuveiro elétrico, a energia economizada em um ano equivaleria a mais de 10 dias de operação da usina de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil, em sua geração máxima.
  4. Não deixe a TV ligada à toa. Se todos os brasileiros desligarem uma TV uma hora por semana, a eletricidade economizada em um mês seria suficiente para abastecer o consumo de energia mensal das cidades de Votuporanga e Registro (SP), com seus quase 148 mil habitantes.
  5. Desligue o computador quando ele não estiver em uso. Muita gente tem o hábito de deixar estes equipamentos de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, ou, simplesmente, por comodidade. A recomendação é desligar o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilização. O monitor deve ser desligado a partir de 15 minutos sem utilizar.
  6. Evite abrir a porta da geladeira à toa, pois o ar quente entra e o motor do equipamento é obrigado a gastar mais energia para resfriá-la novamente. Na hora de colocar ou retirar os alimentos, faça tudo de uma só vez. E não guarde alimentos e recipientes quentes na geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia.
  7. Verifique se a borracha da porta da geladeira está em boas condições, pois ela isola o interior do refrigerador e evita maior consumo de eletricidade.
  8. Acumule o máximo de peças possível para usar a máquina de lavar (desde que respeitando a capacidade da máquina, é claro). Isso ajuda a economizar energia e água.
  9. Pendure em cabides as camisetas, camisas e blusas, para que elas sequem e desamassem naturalmente. Dependendo do tipo de tecido, a peça pode até dispensar o ferro de passar e ir direto ao guarda-roupa
  10. Junte também o máximo de peças para passar de uma só vez. Antes de ligar o ferro, separe as roupas por tipo de tecido – alguns exigem temperatura mais alta, outros exigem temperatura mais baixa. Comece com as roupas que exigem temperatura mais baixa, depois aumente a temperatura e passe as roupas de algodão.
  11. Ao comprar um eletrodoméstico, procure o selo Procel ou etiqueta do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) com classificação A, que indicam os mais econômicos.

 

via EcoD

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